setembro 27, 2004

A rever «Harold and Maude»

setembro 24, 2004

A rever «Falling Down»

setembro 20, 2004

A rever «Starship Troopers»

setembro 19, 2004

FahrenHYPE 9/11

Para quem não gosta de Michael Moore ou, simplesmente, para quem esteja disposto a por em causa a idoneidade de Moore, assim que o próprio põe a da Administração Bush.

http://www.fahrenhype911.com/

setembro 17, 2004

«Before Sunset»

Before Sunset, a temida sequela de Before Sunrise, está nas posições cimeiras da lista dos melhores filmes de 2004 do site Rotten Tomatoes – site que agrega críticas de meios conceituados e/ou com divulgação considerável. O realizador Richard Linklater reuniu o par Ethan Hawke e Julie Delpy e, contra todas as expectativas, o filme promete. Por aqui, aguarda-se a estreia ansiosamente.

A rever «Total Recall»

setembro 11, 2004

setembro 04, 2004

agosto 31, 2004

A rever «Annie Hall»

agosto 28, 2004

A rever «The Ice Storm»

agosto 26, 2004

O cinema nunca é objectivo

A propósito de Michael Moore e do seu carácter faccioso que tantos criticam, utilizando como contra exemplos filmes e abordagens cinematográficas objectivas, isentas, neutras, apraz-me referir que não existe objectividade no cinema.

Sem se entrar em dissertações semânticas e filosóficas, basta notar que um dos conceitos basilares do cinema é o conceito de enquadramento fotográfico - como quem tira uma fotografia, o realizador escolhe aquilo que está em campo; aquilo que se vê. Há um processo de selecção da realidade.

Contudo, muito mais que um processo de selecção, o enquadramento é um processo de exclusão, de eliminação de tudo quanto é informação redundante, desnecessária, distractiva. Quem enquadra escolhe. Escolhe aquilo que quer que o espectador veja e tudo aquilo que quer que o espectador não veja.

Num filme, vemos a realidade pelos olhos do realizador. Vemos aquilo que o realizador quer mostrar. Seja em plano aberto, de forma subtil; seja em grande plano, sem que possamos fugir.

agosto 23, 2004

A rever «Spaceballs»

agosto 20, 2004

Palavras para quê?


agosto 19, 2004

AXN vs. SIC Mulher

Um ponto a favor da SIC Mulher em detrimento do promissor AXN. A SIC Mulher está a passar filmes bem interessantes (hoje, o atípico Mad Dog and Glory, com Robert De Niro e Uma Thurman) e está a respeitar os formatos originais - sim, estão lá as barras pretas! Tanto quanto tenho constatado, o AXN está a transmitir tudo em pan-and-scan, sem respeito pelos formatos origianais. E é uma pena, porque a programação de filmes até é interessante...

Geração DivX

Assiste-se, diariamente, à massificação do fenómeno DivX. Pessoas existem que deixaram de ir ao cinema; esperam pelo DivX. Isto quando não viram já o filme antes do mesmo estrear por cá. Para uma camada específica da população, o DivX substituiu, por completo, as regulares idas ao cinema. Tudo o que é rotineiro torna-se natural, aceitável, tido como padrão. O DivX, com a sua (falta de) qualidade, não constitui excepção. Há dias, um colega, DivX-dependente, comentava comigo que a irmã tinha alugado um DVD e que tinha ficado pasmado com a qualidade da imagem. Pois é… andamos mal habituados.

agosto 16, 2004

A rever «Serendipity»

Serendipity, com John Cusack e Kate Beckinsale, é o exemplo crasso de que um filme não tem que ser plausível para ser apaixonante e envolvente. Mais: prova que um filme pode ser profundamente romântico sem que as personagens troquem um beijo. Peter Chelsom (The Mighty; Town & Country) brinca com as coincidências, com os encontros e desencontros, e dá ao tema "destino" uma abordagem despretensiosa, tão simples quanto provocadora. Kate Beckinsale irradia sensualidade e John Cusack reafirma-se como um actor que "está sempre bem". Eugene Levy tem um pequeno papel, delicioso como habitual, como empregado da Bloomingdale's.

agosto 15, 2004

O acto de ver um filme

Imagine-se sentado numa sala de cinema com o intuito de ver um filme. O filme não começa à hora certa porque é necessário passar mais uma dezena de anúncios de publicidade antes do filme arrancar. O filme começa. A cortina não abre por completo, ficando duas barras consideráveis de pano preto em cada um dos lados. O filme é projectado no meio, ficando com a sensação que há partes da imagem que não está a ver porque a cortina não foi toda aberta. No canto superior da tela, em cima da imagem, está presente o logótipo da sala de cinema. Há um intervalo. Outro. E mais outro. E ainda outro. Em cada intervalo passa publicidade. Aproveita e sai da sala para tratar de um assunto que tem pendente. O filme recomeça e toca o seu telemóvel. Sai da sala para atender. Demora dez minutos e volta para dentro. Eventualmente, o filme chega do fim. As luzes acedem-se de repente e o projeccionista pára, subitamente, a projecção. Você só queria ter visto o nome dos actores e de ter tido dois minutos para assimilar a hora e meia de imagens que lhe entraram pelos olhos.

Obviamente, isto não acontece em alguma sala de cinema. Nem ninguém o toleraria. Mas, curiosamente, acontece todas as vezes que vê um filme na televisão. E quase toda a gente o aceita.

agosto 12, 2004

A rever «From Dusk Till Dawn»

Depois de El Mariachi e de Desperado, em 1996 o polivalente Robert Rodriguez reuniu-se com o amigo Quentin Tarantino e, sobre argumento deste, criaram um clássico que destruiu todas as convenções de filmes de género. Um elenco de luxo composto por Harvey Keitel, George Clooney, Juliette Lewis, Salma Hayek e o próprio Tarantino propulsiona um explosivo e inesperado cocktail de comédia, acção e terror. Para a história ficaram os diálogos fabulosos e um universo tão rico que originou duas sequelas do filme, lançadas directamente em vídeo.

agosto 10, 2004

A rever «Boogie Nights»

Dois anos antes de Magnolia, e com 27 anos apenas, o prodigioso Paul Thomas Anderson deu-se a conhecer com um pequeno épico sobre o mundo da pornografia, trabalhando sobre um tema que tinha já explorado no seu primeiro filme, The Dirk Digler Story - realizado com 18 anos apenas. Exímia lição de cinema, Boogie Nights valeu a P.T. Anderson comparações a autores como Martin Scorsese e Quentin Tarantino. Demonstrando o domínio absoluto da linguagem cinematográfica, P.T. Anderson recuperou um Burt Reynolds esquecido e reuniu Heather Graham e Mark Wahlberg com os seus actores fetiche Luis Gúzman, Julianne Moore, John C. Reilly, Philip Seymour Hoffman, Melora Walters, Philip Baker Hall. O resultado é fascinante.

agosto 09, 2004

Brevemente «Blade: Trinity»


TítuloBlade: Trinity
Realizador: David S. Goyer
Argumento: David S. Goyer
Elenco: Wesley Snipes, Kris Kristofferson, Jessica Biel, Ryan Reynolds, Parker Posey
Género: Acção, Aventura, Terror
Estreia EUA: 10 Dezembro 2004

Site Oficial